sábado, 2 de maio de 2015

Amor, o caminho sobremodo excelente (1 Co 13.1-13)

O amor é o que realmente valida dons, atitudes. Para que possamos buscar os melhores dons(1Co 12.31), e uma conduta digna da fé em Cristo Jesus, o amor é essencial.

Dons e talentos são distribuídos pelo Espirito Santo, não para um fim em si mesmo, nem mesmo para enobrecer quem o possuí, mas para o serviço ao outro. Servimos a Deus, servindo nosso próximo. E sem amor, esta verdade é deturpada e a busca pelos melhores dons é prejudicada (1Co 14.1-3).

O melhor caminho a seguir é o amor, ele nos faz capazes de servir, de edificar a igreja edificando uns aos outros, por quê o amor é:

Um amor que transforma (Jo 21.15-23)

“Só o amor de alguém que conhece o teu ser é capaz de mudar teu viver”. 

O amor do Senhor por nós é grandioso e transformador. Um amor que existe não por causa do que somos ou fazemos, mas apesar do que somos e fazemos. Seu amor transforma vidas, Jesus conhece o seu e o meu ser e sabe de nossas imperfeições, falhas e pecados. Ele sabe com quem esta lidando, pois conhece profundamente nosso ser. Mas isso não o impediu de na eternidade decidir nos amar e transformarmos através do seu amor.

Nem um amor é mais forte e transformador que Jesus! Veja Pedro:

sexta-feira, 1 de maio de 2015

Ambiente de comunhão, ambiente onde Deus opera! (Sl 133)

Desde o inicio, no plano de redenção Deus, ele escolheu operar através de um povo. Ao escolher Abrão, tirar do meu de sua parentela, Deus projetava a família, um povo. Deus salva o individuo, mas opera na história através de um povo. No Novo Testamento, escolheu discípulos, instituiu a igreja e através dela, unida em Cristo (Corpo), executa seu plano e alcança as suas ovelhas pela pregação do Evangelho de Cristo (Grande Comissão).

Não podemos almejar o crescimento espiritual e numérico se não formos povo, corpo, família e não podemos ser isso se não houver COMUNHÃO.

Comunhão é harmonia, unidade,  acordo, participação mutua. O salmista expressa comunhão dizendo que é bom viver unidos os irmãos (aqueles que tem semelhanças, afinidades, que é a fé em um Deus Vivo), e desenvolve o Salmo apontando dois simbolismos:

domingo, 15 de março de 2015

Um amor ao extremo (Rm 5.1-11)

Até onde um grande amor pode ir? O que você seria capaz de fazer por amor? Estas são perguntas pertinentes e bem complexas de se responder. E se te perguntasse: O que você espera de um amor?

Neste mês trataremos em três mensagens a respeito do grande amor de Deus que se traduz em Jesus e nessa primeira mensagem pensaremos no limite e condição deste amor. Jesus nos amou quando nós não o amávamos, ele morreu por nós sendo nós pecadores e culpados. Diz o texto:  “Dificilmente alguém morreria por um justo, mas poderá ser que pelo bom alguém se anime a morrer, mas Deus prova seu amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores.” (5-7)

Este amor é extraordinário, extremo, pois:

sábado, 14 de março de 2015

Então você quer pecar, certo?

Eu entendo isso. Eu já senti isso. Eu já senti isso hoje. E ontem. E anteontem. Posso pedir apenas 4 ou 5 minutos do seu tempo? Depois você pode ir e pecar o quanto você quiser. Mas, antes, queria que você lesse algumas palavras e parasse um momento para pensar sobre elas.